domingo, 27 de abril de 2008

A Cruz do Amor

“Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, e quando vos expulsarem da sua companhia, e vos injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do homem.” Jesus – Lucas 6:22.

Seja a nossa cruz a do amor. Antes empunhamos a cruz do ódio, da discórdia, da contenda, porém se hoje vivemos sob a luz do Consolador Prometido, detenhamos a cruz de nossa fé no caminho do amor e da fraternidade.

A fraternidade agrupa, constrói, agrega, ampara e auxilia.

Mesmo que sob escárnios e o fel da incompreensão, não usemos a cruz da nossa fé para matarmos a paz entre um grupo, não a usemos para matar a fraternidade entre amigos, não a usemos para matar e ferir a harmonia reinante.

Se outrora assim procedemos, ferindo e matando em nome do Cristo, hoje, mais lúcidos, não continuemos a extirpar nobres sentimentos em nome Daquele que é pura compreensão e entendimento.

Não lancemos mão à cruz de nossa fé qual fosse espada voraz, mas a usemos como emblema da fraternidade e compreensão para aqueles que ainda não nos compreendem.

Tenshi

22/04/08

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O amigo espiritual vem nos relembrar da importância de nos mantermos serenos ante as provocações e as incompreensões por parte daqueles que ainda não compreendem em essência o Evangelho, sejam os que partilham ou não de nossa fé.


Não devemos entrar em discussões infrutíferas que nada nos acrescentariam, mas que apenas causaria animosidade e desconforto entre nós e os outros.


Em nome do Evangelho Redivivo que hoje seguimos devemos nos manter distantes das dissensões que ainda existem entorno de Jesus e de seus ensinamentos; não sejamos nós os que "lançam mão a cruz de nossa fé" para ferir e magoar, mas resistamos serenamente, sem ressentimentos, cientes de que cada fruta amadurece à seu tempo e o essencial é a vivência do "amar ao próximo".


Engulamos nosso orgulho evitando todo ato que possa causar desconfortos e atritos, pois a paz e a fraternidade devem reinar entre aqueles que se consideram discípulos do Divino Mestre.

quinta-feira, 17 de abril de 2008


Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Jesus - Mateus 22:39

Sobre o Amor

O amor é pedra angular que sustenta o Universo. Força motriz que leva o Espírito Imortal às culminâncias do etéreo.


Nós, espíritos devedores, pouco podemos compreender dessa força poderosa, mas o pouco desse sentimento que há dentro de nós pode converter-se nas escadas para a nossa redenção.


Amar, perdoar; amar, tolerar; amar, compreender; amar, auxiliar.


Todas as virtudes têm como fonte o amor. Por isso, Paulo, ao afirmar a importância da fé, da esperança e do amor, disse ser este último o mais importante, pois em tudo, desde o infinito Universo, até o fraco lampejo do nosso espírito, ela se faz base.

Eis o princípio de tudo aquilo que conduz ao progresso: o amor. Sublime sentimento que o Mestre Nazareno estampou e viveu como ninguém.

Detenhamos, pois, o amor em todos os atos da nossa vida, desde um sorriso àquele que sofre, desde o pão ao que padece de fome, desde o abraço fraterno, etc...

Amemos uns aos outros sempre, mesmo que ainda precariamente, continuemos.

Tenshi
15/04/08
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O Benfeitor amigo, na presente dissertação, nos vem relembrar a importância do amor em todas as nossas atitudes, pois é desse sentimento que nascem todas as outras virtudes.

Se auxiliamos alguém, esse ato tem como princípio o amor; se somos tolerantes para com os defeitos alheios, tal atitude surgiu do amor; quando perdoamos ou temos compaixão, esses sentimentos se originaram primeiramente do amor; a benevolência, sem questionamentos, nasce do amor.

Reflitamos e vamos perceber que tudo o que nós fazemos de bom tem como estímulo primário o sentimento de amor, o amor ao próximo que Jesus tanto vivenciou. Por isso, quem almeja se melhorar deve ter como principal preocupação estampar o amor em todos os atos, atitudes e pensamentos para com o próximo e, por que não, para com nós mesmos.

Ao exteriorizarmos nossa vontade, ou melhor, quando agimos, pensemos antes: “estarei procedendo com amor ao próximo?”

Se assim fazemos as outras virtudes naturalmente vão surgindo e se integrando ao nosso coração, tão acostumado a viver de maneira egoísta, e passaremos a agir no bem e para o bem de uma maneira sincera, pois o amor realmente vai se fazer presente.

Afinal, o que conta, por exemplo, não é auxiliar, mas sim auxiliar com amor e por amor, pois isso é a garantia de que não estaremos fazendo o bem motivados por outros sentimentos escusos e inferiores, como a busca por prestígio e notoriedade.